Publicado por: thiagoemmerich | novembro 24, 2007

Avante com o Show


Londres, madrugada de 24 de novembro de 1991.

Pouco a pouco chegavam pessoas. A primeira delas foi Mary Austin, sua esposa na década de 70. Em seguida, Elton John e o músico Dave Clark. Ao vestir um agasalho, Mercury ainda fez um esforço final para levantar uma das pernas, mas em breve cedeu. Nesse momento, Jim viu que um dos maiores vocalistas do rock de todos os tempos estava morto.

Aos 45 anos, Freddie Mercury faleceu em 24 de novembro de 1991, um dia após declarar publicamente que era soropositivo.

Em uma de suas ultimas canções antes de morrer, e ultimo vídeo, mas apenas com imagens gravadas de outros clipes, Freddie Mercury dizia numa enigmática e emocionante letra, que o show tem que continuar. Reconhecendo assim que já sabia que a hora estava chegando. Dono da mais perfeita voz, e sem duvida nenhuma, um poeta nato, foi eleito o maior cantor de rock do mundo.

Compartilho com vocês, a tradução de The Show Must Go On. (O Show tem que continuar).

Um grande abraço e felicidades!

Thiago Emmerich

The Show Must Go On

Espaços vazios… Para que nós estamos vivendo?
Lugares abandonados
Eu acho que já sabemos o placar
E continuando, alguém sabe o que nós estamos procurando?
Um outro herói, outro crime impensado
Atrás da cortina, na pantomima
Segure a linha, alguém quer segurar um pouco mais?
O Show Deve Continuar
O Show Deve Continuar
Por dentro meu coração se quebra
Minha maquiagem pode estar se dissolvendo
Mas meu sorriso continua…

O que quer que aconteça, Eu deixarei tudo à sorte
Um outro ataque cardíaco, um outro romance fracassado
E continua, alguém sabe para que nós estamos vivendo?
Eu acho que estou aprendendo (estou aprendendo, aprendendo)
Eu preciso ser mais morno agora
Em breve irei virar (virar, virar, virar)
a esquina agora
Lá fora o rompe o amanhecer
Mas lá dentro no escuro, estou sentindo dor para estar livre
O show deve continuar
O show deve continuar, sim, sim
Por dentro meu coração se quebra
Minha maquiagem pode estar se dissolvendo
Mas meu sorriso continua…

Yeah yeah, whoa wo oh oh

Minha alma é pintada como as asas das borboletas
Contos de fada de ontem vão crescer mas nunca vão morrer
Eu posso voar – meus amigos
O show deve continuar
O show deve continuar
Eu irei enfrentar tudo com um sorriso
Eu nunca irei desistir
Avante – com o show

Oh, eu vou dar um lance maior, vou matar a pau
Eu tenho que achar vontade para continuar
…com o show
…com o show
O Show – o show deve continuar

Publicado por: thiagoemmerich | outubro 3, 2007

Convite

Em meados de junho desse ano, fui convidado por uma empresa no Canadá a ir conhecer o mercado externo de equipamentos para café. Era real a idéia de ir sem dificuldades, pois o convite foi feito através de uma carta-convite, e como o meu produto é muito especifico, muito peculiar, e ainda o mercado canadense precisa dele, pensei que seria fácil adquirir o visto de negócios. Mas segundo o que me informou a agencia de turismo, o visto canadense é como o visto norte americano ou australiano, ou seja, muito difícil de obter e por qualquer coisa o consulado pode recusar, desde duvidas sobre a documentação até não se simpatizarem com minha foto.

Já adquiri o passaporte e agora estou organizando os documentos restantes para enviar para a agencia responsável no assunto, em Belo Horizonte. O consulado dará a resposta dentro de aproximadamente vinte dias, se aceita ou recusa meu pedido. Se aceitarem, podem me conceder de seis meses a cinco anos de visto com múltiplas entradas. Caso concedam, minha viagem será no inicio de Dezembro.

Agora é enviar e torcer para dar tudo certo. Acredito que será de grande crescimento pessoal pra mim por causa da língua, e experiência de ter que me adaptar a outra cultura, e clima, entre ouras coisas.

Assim, espero da próxima vez que enviar noticia poder dar as boas novas a respeito do visto.

 

                Fica assim, um grande abraço a todos e felicidades!

                                            Thiago Emmerich

Publicado por: thiagoemmerich | setembro 16, 2007

Diário – 07/09

Desculpem-me por ficar tanto tempo sem dar noticias, mas é que eu não estou tendo tempo para nada, estou viajando sem parar. E por falar em viajem, passei o “feriadão” de sete de Setembro em Varginha, no sul de Minas, para rever e despedir dos amigos, irmãos e pessoas que conviveram comigo esse tempo que vivi e passei por lá. Aproveitei essa data, pois, vários amigos meus de Varginha que moram fora estariam lá, como: Nágila, Tiago, Klaus, a Gaby, Rodrigo, Islaine e a Andréia. Só que a Andréia teve que ir antes da minha chegada. Minha sorte foi ter a visto uma semana antes. Sinto por não ter conseguido ver a Alessandra. Espero ter a oportunidade de vê-la em breve e antes.

Foi uma excelente viagem. Consegui ver pessoas que não via desde quando vim embora, em outubro do ano passado, como Marcelo, a Elaine, e a Aninha com sua linda filinha Aira.

Na sexta à noite após o ensaio do pessoal do teatro, fomos para a casa do Rafael, comemorar seu aniversario, onde se reuniu varias pessoas. Encontrei com a Profª Rossana e com o Prof. Alessandro. Rossana foi minha professoara no curso de artes cênicas. Uma grande mestra! Aprendi muito com ela.

No sábado comemoramos uma grande vitória do caro irmão Dudu. Fizemos seu “trote” por ter passado em 5ª lugar em cênicas na UFOP, e também a da Rachel que conseguiu entrar sem muito esforço na Federal de Ouro Preto.

Tive grande felicidade ao reunir com meus “irmãos, sobrinhos” e com o Sr. Carlos e com a D. Resil no almoço de domingo em sua casa. Desde janeiro fui recebido com muito carinho por essa família. Os meninos: Dudu, Dany, Fran e a Flavia me chamam de irmão, e falam a todos que me apresentam que sou o irmão adotivo deles. A carinhosa D. Resil fala que me adotou e que sou o filho mais velho dela. Minha querida cunhada Gaby também estava presente.

Passei um bom tempo com a Juliete, minha grande amiga que sentirei saudades. Nunca deixei de ir a Varginha sem vê-la. Juliete e Dudu são uma dupla que fazem a diferença e os tenho como irmãos. Sempre que estamos juntos nos divertimos. Quase que volto para Manhuaçu sem ver a querida Natalia, pois só consegui vê-la no domingo à noite, e por pouco tempo, o que foi uma pena. Sempre me identifiquei e tenho grande estima por ela.

Divirto-me quando vou para Varginha. O pessoal é bem animado e extrovertido (às vezes até demais), e nos divertimos com coisas simples. Acho que é isso que me fez identificar com essa turma.

Foi um ótimo fim de semana. Me diverti muito, e pude curtir minha turma. Sentirei saudades dos momentos que passamos juntos.

A partir de agora estarei entre a correria e a espera de liberação de documentos. Enquanto isso farei um curso de torra de café, visitarei meu irmão, curtirei minha família e vou começar a organizar minhas coisas.

Espero enviar noticias em breve.

 

Um grande abraço, e felicidades!

 

Thiago Emmerich

Publicado por: thiagoemmerich | agosto 2, 2007

2892. Uma Viagem no Inverno.

Há alguns meses atrás minha irmã me chamou para ir com a turma dela no Pico da Bandeira, localizado no Parque Nacional do Caparaó, há 60 km de Manhuaçu.  Como nunca tinha ido, mesmo morando tão perto, não pensei duas vezes antes de aceitar.  Partimos às 11:30 do sábado (28/07/07) com destino àquela grande aventura. Chegamos à portaria do parque aproximadamente às 13:00 e éramos um grupo de nove pessoas. Subimos 6 km com o jipe até a tronqueira, local onde o pessoal costuma acampar e último local de acesso com veículos motorizados. Pegamos nossas mochilas, colocamos nas mulas e caminhamos 4,5 km por trilhas até o terreirão, último local para acampar antes do Pico, a 2370 m de altitude. Chegamos ao terreirão por volta de 15:30, onde armamos as barracas e fomos logo preparar nossa alimentação. Estávamos exaustos pela longa caminhada por trilhas íngremes e pelo longo tempo sem alimentar. Após isso fomos tirar algumas fotos das paisagens e da nossa turma. Esse período que passamos no acampamento antes da noite, foi muito legal. Tinha em média umas 50 barracas espalhadas pela área de camping. Conhecemos e encontramos pessoas de nossa cidade e de outros vários lugares. Era praticamente uma comunidade alternativa, separadas por turmas, clãs e tribos. As 17:40 pude ver e filmar o maravilhoso por do sol, sobre aquele lindo mar de nuvens entre montanhas. No entrar da noite via-se rodas de bate papo, de churrascos e de músicas ao som de vozes e violão. Todos muito animados.

Lembro-me quando estava a minha turma deitada, descansando para a grande subida, quando passou um garotinho correndo e gritando: “Zerou! O termômetro zerou!” Está fazendo zero grau! Só vi algumas pessoas saindo de dentro de suas barracas. Eu era uma delas. Isso era 21:15 da noite. Após esse momento, algumas pessoas prepararam sua alimentação no fogareiro, e após isso tentaram em vão descansar definitivamente, uma vez que um dos grupos estava cantarolando em alto e bom som. A partir das 23:00 quase todos já haviam ido deitar, somente um ou dois grupos que insistiam em ficar acordados em rodas para esperar a hora de partir para o cume do Pico. Tentei dormir, mas consegui apenas tirar alguns cochilos. Durante todo o dia e noite olhávamos para o céu, pois só poderíamos subir caso o céu estivesse limpo e sem perigo de chuvas. Por várias vezes o céu ficou nublado e outras muitas, limpo, aumentando cada vez mais nossas expectativas. A lua estava cheia e linda, clareando todo o acampamento, sem precisar em alguns momentos clarear com a lanterna por onde andávamos.

Às 2:00 a grande maioria estava acordada se preparando e preparando os outros  para a subida. Eu estava com uma luva, quatro meias, dois gorros, três blusas de frio e três calças. Minha irmã disse que não iria subir, pois estava com dor de cabeça. Às 3:00 partimos em direção ao cume. O céu estava limpo e estrelado. Tudo mostrava que ia ser perfeito o nascer do sol.

Éramos quatro que íamos subir pela primeira vez ao pico e mais outras pessoas que todo ano sobem. Estávamos ansiosos para saber o que nos esperava lá em cima. Tínhamos que subir 4,5 km, e em subidas cada vez mais íngremes. Durante a subida o clima foi mudando. Aquele tempo gostoso e friozinho foi ficando cada vez mais instável. Foi formando uma pequena névoa e um ventinho que nos dava arrepios. Fomos colocando mais agasalhos e bebendo “choconhaque”, para aquecer. Pensamos que aquela névoa ia passar, mas ao contrário: aumentou cada vez mais e se transformando em um chuvisco e engrossando até formar uma grossa chuva. Assim também foi o vento, de uma leve brisa, se transformou num vento forte.  As gotas de água gelada juntamente com o vento, iam batendo em nossos rostos, como se fossem alvejados por pedras, tão grande era a dor que sentíamos. A subida estava cada vez mais difícil, cada vez mais íngreme e, como se não bastasse, chovia. Sabíamos que não ia ser nada fácil chegar e ficar no cume esperando o sol nascer.  Estávamos preparados mental e fisicamente para o frio e o vento, mas não para a tempestade. Após uma difícil subida e debaixo de uma forte chuva e ventania, finalmente chegamos aos pés do Cristo fixado no cume, a exatamente 2892 m de altitude. Era exatas 5:00. Só dava pra ver pequenos grupos amontoados em blocos para tentar fugir da ventania e da chuva. Fizemos a mesma coisa: aglomeramos-nos numa pequena fresta entre a rocha e a terra e tentamos com o cobertor nos cobrir. Tentávamos ficar o mais próximo um do outro e compartilhar o calor de nossos corpos. Os dedos das mãos e dos pés já estavam doendo. Ficávamos respirando por debaixo da coberta para aumentar o calor. Nessa hora ouvi uma pessoa gritar: – “Está dando -4°!”. Não acreditava no que tinha ouvido. Começou aí nosso sofrimento que duraria um bom tempo. Tremíamos, senti dores como nunca havia sentido. Ficamos imóveis tentando nos aquecer. Lembrava o que minha mãe havia me dito quando lhe dissera que iria subir ao pico, e pensava se estaria no dia seguinte em casa naquele mesmo horário.

Quando foi 6:00 o instrutor que estava com a gente, disse para irmos para o lado de cima do cume, pois em instantes, às 6:19, o sol iria nascer. Como foi sofrido esse momento de subida em direção ao outro lado. Estava ventando muito forte e a chuva nos alvejava o rosto, e doía como laminas cortando a carne. Nossos ossos pareciam estar trincando de tanta dor. Entramos entre duas rochas e ficamos cada vez mais unidos segurando o cobertor que o vento insistia em nos tirar. Estava muito mais frio e ouvíamos o barulho das juntas duras pelo frio, quando mexíamos as mãos e os pés para circular o sangue. O vento, segundo o instrutor, estava a 75 km/h. O frio era tão grande que não só eu, mas todos os que estavam lá em cima, já estavam se acostumando com a idéia de que não agüentaríamos mais. Vi a morte de frente, mas mesmo assim pedi a Deus (a) que não deixá-se eu partir e agradeci por minha irmã ter ficado no acampamento e não ter que passar pelo que eu estava passando. Perguntava por que sofria tanto daquele jeito. Por várias vezes tive vontade de chorar por causa da dor, do medo, e daquela agonia de não saber o que iria acontecer com a gente. Nunca senti tanto sofrimento na minha vida.  Nossa esperança era que o sol nascesse para nos aquecer, mas foi em vão. O frio não cessou.

Já às 7:10, o instrutor nos aconselhou a descer, pois o sol já havia nascido, e se ficássemos ali, íamos morrer congelados, mas nos aqueceríamos com o movimento na descida. Quando saímos do meio das duas rochas, aquela chuva junto ao vendo, que nos chicoteava o corpo e que nos tirava o cobertor, dificultava também nossa caminhada, de tão forte que estava. Já não sentia os dedos dos pés e das mãos. Parei por um instante e tirei minha luva, imaginando que veria meus dedos e unhas roxos. Fiquei mais calmo quando vi que ainda estavam normais. Aquela passada de onde estávamos até a descida do cume, também foi terrível. Durante o tempo que passamos lá em cima, não dava pra ver 5 m a frente por causa da neblina e chuva.  Assim que começamos a descer escutei uma pessoa que estava de posse de um termômetro reclamar do frio. Segundo ele, a temperatura chegou a -8° naquela dura madrugada. É fato ainda que a sensação térmica pode chegar a 5° a menos que a real  quando venta. Então entendíamos o porquê tínhamos sentido tanto frio: com aqueles fortes ventos, a temperatura que sentíamos era em torno de -13°, se não for pra menos por causa da grossa chuva. Algumas pessoas que foram ao pico várias outras vezes, como por exemplo, o instrutor que estava com a gente, nunca viram tal fenômeno como aquela madrugada. Já tinham enfrentado temperaturas de -16°, mas aquela tempestade e ventania, nunca tinham visto igual.

De pouco a pouco, a chuva e o vento iam se amenizando, podendo finalmente nos aquecer com os movimentos da descida. Podia se ver sobre as toucas, uma fina camada de gelo. Quando faltavam uns 3 km para chegar ao terreirão (acampamento), o poderoso sol saiu limpando todo o céu e também nos aquecendo. Podíamos ver lindas paisagens: montanhas e vales verdes. Pena que não pude parar e tirar foto. Daí, pude ver, pensar e reconhecer o quão maravilhosa, poderosa e ao mesmo tempo severa era Gaia.  

Na descida pude notar o cansaço estampado no rosto de cada um pelo sofrimento, dor e frustração de não ter visto o mais lindo fenômeno do Pico da Bandeira: ver o sol nascer lá em baixo por entre montanhas e por cima de um mar de nuvens, formando a mais bela imagem. Fico pensando: ir ao Pico da Bandeira e não ver o sol nascer, é como ir à Praça de São Pedro num domingo e não assistir ao Ângelus dado pelo Papa, para um católico. Não faz sentido. E mesmo assim, estávamos felizes por ter agüentado e sobrevivido àquela terrível experiência.

 Talvez julgue exagerada essa narrativa, mas só entende o que passei e senti quem passar pela mesma experiência.

Chegamos ao terreirão por volta de 8:40,  debaixo de um forte sol. Como foi bom ver e abraçar minha irmã. O pessoal já estava desarmando acampamento para descer. Desarmamos também nossas barracas, fizemos nossas mochilas, lanchamos e tiramos algumas fotos para recordar aquele dia.

Quando estava tudo pronto, descemos para a tronqueira, aonde o jipe iria nos pegar. Saímos do terreirão sobre forte sol, e chegamos à tronqueira por volta das 10:00 e coisa alguma, entre densa névoa e céu fechado, que pouco depois se transformou numa leve chuva. O jipe estava marcado para 12:00.  Nesse ínterim, enquanto esperávamos, aproveitamos para fazer um lanche e cozinhar alguma coisa para ao almoço. Conversamos com pessoas de variadas cidades e regiões que também estavam lá em cima. E todos, que tinham ido até o cume, tinha a mesma opinião. Que nunca tinham passado tanto aperto como naquela noite. Quando perguntei se iriam voltar ano que vem, as respostas eram as mais diferentes. Um disse: “Deus que me livre! Eu nunca mais volto nesse lugar!”. Outro: “Já sofri demais para uma vida”. E um: “Sim, mas vou voltar mais bem equipado”.

O jipe chegou, nos despedimos dos outros e voltamos para a porteira do Parque Nacional, onde a vã já nos esperava. Tiramos algumas fotos para fechar nossa aventura, e finalmente partimos exaustos para casa.

E nós, o que faremos ano que vem? Eu pretendo voltar, e poder ver aquilo pelo qual, em vão, fui motivado a passar por tudo isso: O sol nascer.

Fica assim então, grande abraço, e Felicidades

Thiago Emmerich

Publicado por: thiagoemmerich | julho 21, 2007

Tá com sono?

Voltando para casa na ultima viagem que fiz (12/07-17/07), notei 4 acidentes na BR 381, no trecho de Varginha a João Molevade. Sei que acidentes hoje em dia é normal, mas o que me chamou a atenção foi o grau de coincidência entre eles. Percebi algumas coisas: não havia outros veículos em colisão nos acidentes; os 4 estavam em valetas (3 deles nas laterais e 1 na central); e era reta no local dos acidentes. A probabilidade de o sono ter sido o motivo desses acidentes é bem grande. Segundo estudos, cada 10 colisões, 6 são causadas por motivos de cochilo no volante. É mais do que por motivo de alcoolismo. Então o que fazer quando está com sono?

Bom, a melhor coisa é parar e ir dormir. Já que a grande parte dos acidentes por cochilo acontece de 2 a 6 da manhã, e nesse período é 20% mais provável que o motorista adormeça. E como diz um amigo meu, a noite é feita para dormir, e de 1 a 6 da manhã é hora de galo levantar e não pessoas. (salvando é claro, o pessoal que trabalha no período noturno) Mas caso você esteja viajando e precise continuar, e falte pouco para chegar ao destino, vai uma dica interessante: pare o carro, lave o rosto, tome 2 xícaras de café, média de 150 mg de cafeína, e cochile 15 min. Esse é o tempo que a cafeína leva para fazer efeito no organismo. Estudos comprovaram que doses relativamente pequenas de cafeína, de 100 a 200 mg, melhoram de forma significativa a vigilância das pessoas com sonolência. Mas lembre-se que o café não é nenhum “rebite” ou cocaína que te mantém acordado por horas. Então a melhor coisa a fazer, é não abusar quando se está com sono. Pense nisso, bons sonos e boa viagem!

 

Fica assim então, grande abraço, e Felicidades

 

                                                                          Thiago Emmerich

Publicado por: thiagoemmerich | julho 1, 2007

Existe letra!

Essa semana aconteceu um fato interessante quando estávamos reunidos, como de costume, no “Botequinho Brasil” do Skypecast. Um amigo nosso, em homenagem a um norte-americano que sempre está presente conosco, colocou na sala em forma de áudio, a introdução do Hino Nacional brasileiro para que esse ouvisse. Houve um tempo de silencio na sala enquanto ouvíamos. No final da musica, fui o primeiro a falar, e disse a todos, que aquela introdução tinha uma letra. No momento acharam aquilo estranho, até que comecei a cantar a letra da introdução. Assim que acabei, algumas pessoas presentes protestaram e disseram que eu não devia fazer aquilo, que a melodia era muito bonita e que não estava certo. Após isso, tive que entrar em um site, e passar o link para que pudessem eles mesmos conferir. Após visitarem o site, aceitaram o que eu disse.

A letra acabou excluída da sua versão oficial do hino, e só quem a conhece, são aqueles que tenham estudado Moral e Civismo, ou um curso que tivesse uma disciplina com esse assunto.

Sempre que canto essa introdução sinto uma grande saudade, e me lembro do meu tio cantando ela para mim, e pedindo que eu continuasse a musica. (… Eia sus, oh sus! … Ouviram do Ipiranga as margens plácidas…).

Foi um fato diferente para acontecer no dia-a-dia em uma sala de bate papo.

Segue abaixo a letra da introdução do Hino Nacional brasileiro.

Fica assim então, grande abraço, e Felicidades

                                                                                            Thiago Emmerich

Espera o Brasil
Que todos cumprais
Com o vosso dever.
Eia avante, brasileiros,
Sempre avante!

Gravai com buril
Nos pátrios anais
Do vosso poder.
Eia avante, brasileiros,
Sempre avante!

Servi o Brasil
Sem esmorecer,
Com ânimo audaz
Cumpri o dever,
Na guerra e na paz,
À sombra da lei,
À brisa gentil
O lábaro erguei
Do belo Brasil.
Eia sus, oh sus!

 

Publicado por: thiagoemmerich | junho 28, 2007

Vamos pelo inicio.

            Há algum tempo venho pensando em registrar meu cotidiano, pensamentos e opiniões em um livro manuscrito, como um diário. Semana passada conversando com meu primo, esse, me deu a idéia de fazer esses registros na net, em forma de Blog, para que todos pudessem compartilhar o que eu tinha a escrever. Foi assim que nasceu a “Parada pro Café”. Um pequeno diário virtual onde contarei parte de meu cotidiano, algumas opiniões, pensamentos e estarei também compartilhando algumas dicas e informações sobre o café, que no dia-a-dia aprendo cada vez mais, uma vez trabalhando e buscando mais o aperfeiçoamento na área. Esse nome é uma analogia aos momentos que paramos tudo, e nos dedicamos ao prazer de degustar uma boa xícara de café, e bater aquele bom papo.

            Escrever nunca foi o meu forte, mas às vezes sou acometido por uns “insights” de idéias no meio da noite, naquelas abençoadas insônias e em outros momentos tambem, que tenho que colocar no papel antes que eu possa sacudir a cabeça e elas possam acabar caindo. Portanto, como não estou acostumado a escrever, poderei ficar semanas sem postar nada, até que eu vá acostumando e assim, diminuindo esse espaço de tempo. Esse Blog será também um tipo de diário de bordo, já que na minha profissão, o dia de amanhã é sempre incerto, e tanto poderei estar aqui hoje, e amanhã no Sul de Minas, como essa tarde na Serra do Espírito Santo e amanhã em qualquer outro Estado.

        Então é isso, vou ficando por aqui.

            Fica assim então, grande abraço, e Felicidades

                                Thiago Emmerich

 

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